[Resenha 008] O Pequeno Príncipe

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Imagem retirada do Google
Título: O Pequeno Príncipe
Título Original: Le Petit Prince
Autor: Antonine de Saint-Exupéry
Páginas: 93
Ano: 1986
Editora: Agir
IBSN: 9788522001538

Sinopse: Um avião cai no deserto e o piloto encontra naquele local um garoto loiro e frágil, que ao se apresentar diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E é a partir desse encontro e da convivência que os dois começam a refletir sobre valores e encontram o sentido da vida. Este é um dos maiores clássicos, que foi criado por Antoine de Saint-Exupéry há 70 anos, sendo uma história mágica, sensível, as vezes triste e comovente, mesmo que aparentemente juvenil, o autor diz que é uma história que deve ser lida urgentemente pelos adultos.

“É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas.”
Feliz Natal meus queridos leitores! Acredito que vocês já conheçam esse livro tão querido e o terceiro mais traduzido da história, perdendo apenas da Bíblia e do Alcorão. Eu li quando era criança, lia algumas frases que eu amava durante a adolescência e reli o livro em 2013. É um livro encantador e para mim, uma das histórias mais comoventes e lindas que eu já li até agora. E merece sim, ser lida, principalmente por adultos.
Um piloto de avião cai no deserto e lá encontra uma criança que diz ter vindo de um pequeno planeta distante, este encontro, possibilita aos dois um grande aprendizado, já que iniciam uma conversa com troca de valores e a descoberta do verdadeiro sentido da vida. O menino de aparência frágil e cabelos loiros também fala de sua experiência em sua viagem e cada uma com um ensinamento melhor que o outro. A terra foi o planeta que pareceu lhe interessar mais, além do piloto, ele também conheceu uma cobra e uma raposa.

Antoine de Saint-Exupéry: Foi escritor e também piloto da Segunda guerra mundial, nasceu em Lyon, França no dia 29 de junho de 1900 e faleceu no ano de 1944. Foi o terceiro filho de Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe. Desde criança sempre foi apaixonado por mecânica e recebeu o brevê de piloto civil no ano de 1921, iniciando sua carreira como piloto. Sua principal obra O Pequeno Príncipe, foi publicada no ano de 1943, um ano antes de sua morte. Seus livros são caracterizados por temas como aviação e guerra. Outras de suas obras são O aviador, Voo Noturno, Piloto de Guerra, entre outros.

A história traz muitas lições entrelinhas, tem uma linguagem fácil e mesmo sendo um livro aparentemente publicado para criança, o autor desperta nos adultos a criança que ficou guardada em nossos corações, trazendo o encanto e a beleza dessa fase. É um livro que nos convida a olhar os pequenos detalhes com o olhar puro de uma criança, enxergar com o coração nos revela segredos ocultos por nossos olhos que estão cegos pela correria do dia-a-dia.
Sendo o terceiro livro mais vendido do mundo, de acordo com o site O Pequeno Príncipe, cerca de 134 milhões de livros foram vendidos, sendo 8 milhões aqui no Brasil, e já foi traduzido em mais de 220 idiomas e dialetos.

“A gente só conhece bem as coisas que cativou.”

Os personagens são recheados de significados, sendo o Pequeno Príncipe, o personagem que significa o amor, a esperança e a inocência de uma criança dentro de nós. A Raposa – um dos meus personagens favoritos e com quem mais me identifico – é um sábio personagens que nos ensina sobre o ato de conquistar, que na história ela chama de cativar, mostrando que isso nos deixa ser responsável por um amigo, amor e por tudo que conquistamos em todas as áreas da nossa vida. Sabe aquela parte do Carneiro e a Caixa? Ela simboliza o poder da nossa imaginação e nos faz ver que nada pode superá-la, sendo ela o impulso para descobrir novas coisas. E a encantadora Rosa, que foi um personagem que surgiu, se embelezou, sendo feminina e sedutora, com personalidade caprichosa cativou o coração do pequeno príncipe. Claro que eu não poderia deixar de falar do Piloto, que é a melhor prova de que sempre podemos correr atrás dos nossos sonhos e que nunca é tarde para isso. E por que não citar o Chapéu e o Elefante dentro da Serpente, que de uma forma bem interessante nos ensina que devemos ver além das aparências. A Serpente sempre se expressa por enigmas, mas entre todos, é o personagem mais franco.
Existem outros personagens que você vai identificando ao longo da leitura e se tiver a sensibilidade de prestar atenção nos pequenos detalhes, irá perceber o significado de cada um deles, e acredite, se enxergar com o coração, verá o livro com outros olhos, e verá as mensagens por detrás das entrelinhas.
Espero que tenham curtido, até a próxima!

“E nenhuma pessoa grande jamais entenderá que isso possa ter tanta importância!”
Resumo da minha opinião: Norwegian Forest 

Graduada em Processos Gerenciais. Apaixonada por automobilismo e esportes em geral, sou Corinthiana e Rojiblanca de coração. Amo ler e assistir filmes e séries. Gosto de conhecer novas culturas e tenho um carinho especial pela Cultura asiática e árabe.

2 comentários

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Mary A.
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27 de dezembro de 2015 18:04 delete

Ai que coisa mais linda <3 Eu demorei anos para ler o pequeno principe e até agora não sei o porque de demorar tanto assim hahaha. É de fato um livro maravilhoso e apaixonante, creio que um dos meus favoritos na estante! Amei a resenha mesmo que já tivesse lido <3 Parabéns!!!

http://psiqueliteraria.blogspot.com.br/

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27 de dezembro de 2015 18:25 delete

Oiii Mary <3 Fiquei muito feliz com a sua presença aqui no meu cantinho e mais feliz ainda de ver que curtiu a resenha. Esse é o livro que me define, acho que se eu fosse um livro eu seria ele.
É um livro encantador. Obrigada!
Espero que goste do meu cantinho.
Um abraço!

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