[Resenha 019] O Desespero Humano - Kierkegaard

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Título: O Desespero Humano
Autor: Soren Kierkegaard
Tradutora: Alex Marins
Editora: Martin Claret
Idioma: Português
Páginas: 128
Ano: 2004
ISBN: 9788572324922

Sinopse: Soren Kierkegaard, em uma problemática filosófica, nutre-se incessantemente de temas religiosos. O Desespero Humano é um livro que analisa a consciência humana, com uma dialética do desespero humano avaliado em suas múltiplas facetas.

“O desespero inconsciente de ter um ‘eu’ - O que é verdadeiro desespero; o desespero que não quer ser ele mesmo.”

Soren Kierkegaard nasceu no ano de 1813 em Copenhague, Dinamarca. Foi um teólogo e filósofo, que ficou conhecido como autor do existencialismo. Com uma obra que tem um tom provocante, foi considerado uma crítica veemente ao cristianismo, ficando esquecido ao longo de três gerações. Na década 40 do século XX, ele foi aclamado como o mais fiel intérprete de Santo Agostinho. Morreu em 1855. O Conceito de Ironia, As Obras do Amor e A Repetição, são algumas de suas obras.

“Porque na linguagem humana a morte é o fim de tudo e, como se costuma dizer, enquanto há vida, há esperança.”
Olá meus queridos leitores, estou trazendo mais uma resenha. Este livro foi emprestado por uma amiga no ano de 2012 e demorei um bom tempo para lê-lo. Acredito que, se eu tivesse ligo naquela época, teria aproveitado mais e até compreendido melhor algumas partes do livro. O que mudou? Bom, o ser humano vive em uma constante mudança e seu olhar, suas opiniões também sofrem modificações, então, eu acredito que se eu tivesse lido este livro naquela época, teria sido bem mais proveitoso. 

O livro O Desespero Humano, escrito por Soren Kierkegaard, analisa o desespero humano como sendo “a doença e não o remédio”. Voltando para os termos usados no cristianismo, onde a morte retrata a miséria espiritual e o remédio é morrer para o mundo. Kierkegaard inicia falando sobre a doença do espirito, do “eu” e que ela pode possuir três formas: verdadeiro desespero, o desespero que não quer, e o desespero que quer se ele mesmo. Esse é um dos temas abordados na primeira parte do livro que é intitulada “Doença mortal é o desespero”. Já a segunda parte fala sobre “O desespero e o pecado”, e no capitulo três desta segunda parte ele fala sobre o pegado não ser uma negação, mas sim uma posição.

O autor não era muito compreendido no seu tempo - por um momento eu até entendo o porquê. Para quem curte esse tipo de leitura, merece dá uma oportunidade. Kierkegaard analisa a relação entre o desespero e o pecado, entre outros assuntos relacionados ao tema. Até a próxima!

Resumo da minha opinião: Sagrado da Birmânia

Graduada em Processos Gerenciais. Apaixonada por automobilismo e esportes em geral, sou Corinthiana e Rojiblanca de coração. Amo ler e assistir filmes e séries. Gosto de conhecer novas culturas e tenho um carinho especial pela Cultura asiática e árabe.